quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

O barato que saiu caro

Certa vez uma certa pessoa que não vou dizer quem (se é que vocês já não descobriram)
tinha passado o dia todo mochilando e perambulando inutilmente pelo centro de São Paulo, que desde o inicio do dia já se mostrava nublado e com altas probabilidades de perturbações pluviométricas (chuva). no entanto essa pessoa por falta de dinheiro ou por "pão durice" optou por não adquirir um guarda-chuva na 25 de março que apesar de ser famosa por seus produtos falsificados contrabandeados e de má qualidade possui ótimos guarda-chuvas.

Tudo parecia ir bem até que no final do dia o céu como que chorando pela "pão durice" minha, ops, digo, da personagem de nossa história, comecou a precipitar suas lágrimas. O nosso personagem que de nada se apercebia, incônscio por estar dentro do metrô sai alegremente do mesmo, ao encontro da chuva, que por ser incessante já induzia vendedores ambulantes a venderem guarda-chuvas na porta do metrô.

Ele alegremente compra-o pensando ser a solução de seus problemas.
Ledo engano! Pois este messiânico objeto de desejo passageiro, se tornara mais um dracônico elefante branco.

Com seu ciclo de vida muito mais curto do que uma mosca não durou nem 22 horas de comprado, dentre as quais nem 5 foram de uso.

vivendo e aprendendo..................

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